segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Falo que estou bem, e acabo por convencer-me disso. Mas e por dentro? Como devo estar? Será que estou tão bem assim como digo? Será que não há um vazio enorme que não me deixa voltar-me para dentro por medo? Será que será sempre assim um contraditório ruim? Será que dores podem durar por uma vida inteira? Será que amores realmente podem durar uma eternidade? Responda-me.
Ei, me ouve, eu preciso que você venha até a mim. Não pra me dizer algo específico nem nada, só venha, só lembre de me mostrar que eu sou importante. Porque algumas coisas tem acontecido e eu tenho precisado reforçar o direcionamento do que eu sinto. Não quero ter dúvida quanto a isso, quanto ao que eu sinto. Você é significativo demais pra mim pra eu começar a ter dúvida. A gente construiu até aqui, a gente é forte, mas seguinte, pra facilitar as coisas e não ficar arriscando possibilidades eu estou aqui e estou te pedindo, cuida de mim, cuida da gente, me ajuda a cuidar, não quero que nada se perca.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Isso de ocupar o tempo ...
tenho percebido que pra mim, tem efeito extremamente prazeroso, faz bem, faz crescer, parece que vai preenchendo por dentro, alimentando. Acontece que tenho percebido também que quando há algumas pausas e as ações cessam, as sensações parecem dobrar de intensidade - se eu me sinto feliz, eu me sinto realmente feliz, mas se eu me sinto sozinho, eu me sinto muito sozinho. - tudo isso ainda me é estranho.
Assinar:
Postagens (Atom)





